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08 Janeiro 2026
10 Setembro 2021
O maior desafio das organizações neste período conturbado é o de desenvolver a sua força vital, as Pessoas.
Na sequência das enormes transformações que têm ocorrido nos últimos tempos, a nível económico, social, ambiental, político e sanitário, o desenvolvimento sustentado das empresas toma um lugar cada vez mais central nas políticas da União Europeia.
Em Portugal, a esmagadora maioria das empresas são PME que nasceram, na maioria dos casos, do estímulo empreendedor de poucas pessoas, tendo estas estruturas organizacionais sido moldadas em função de um núcleo-duro restrito, que com o crescimento repentino do negócio se vê forçado a alterar as suas rotinas de trabalho, em muitos casos enraizadas há longos anos.
Este processo é lento e muitas vezes penoso, mas tem de ser levado a cabo. Neste período de grandes mudanças é, provavelmente, a melhor altura para se encetar esse processo transformacional. Trata-se de um processo gradual que não pode e não deve ser implementado sem uma análise cuidada da cultura organizacional atual e uma leitura clarificadora do caminho que se pretende trilhar, em termos organizacionais, nos próximos anos.
Por esta razão, soluções de curto prazo baseadas em modas e em eventos singulares não produzem os resultados esperados e levam muitas vezes à desacreditação das ações encetadas.
Qualquer processo desta natureza começa pois, pela decisão de iniciar um caminho diferente, um caminho que promova, de forma efetiva, uma estrutura organizacional que responda aos desígnios da empresa e às expectativas de quem lá trabalha.
A cultura organizacional assume aqui um papel fundamental, pois será através de uma cultura orientada para o desenvolvimento organizacional que se conseguem criar organizações que vencem o desafio do tempo.
Os sistemas de gestão de Pessoas são aqui críticos, pois permitem desenvolver a estrutura organizacional, na qual os comportamentos das pessoas irão ser alinhados. É ao nível dos comportamentos que temos de trabalhar todos os dias em pequenas ações que se desenvolvem e ganham força de hábitos e rotinas de ação. O papel das chefias intermédias neste processo é crítico, pois sem elas, este processo de transformação não tem como obter os resultados desejados.
É nos processos de trabalho, com as equipas no dia-a-dia, que a estrutura organizacional se vai materializando, gerando dados e informação que se transformam em conhecimento para que se possam tomar decisões objetivas e orientadas para critérios claros e transparentes.
Nestes processos de trabalho a definição de caminhos, o feedback claro e orientado para ações concretas toma um papel de grande relevo. Trata-se de um processo de avaliação e em qualquer processo de avaliação existe uma emissão de juízos sobre comportamentos. Este processo permite às organizações gerarem informação crucial para procederem ao desenvolvimento dos seus colaboradores e, nesse sentido, rumar à sustentabilidade da organização.
Os processos de avaliação de pessoas devem ser encarados como mecanismos de desenvolvimento das pessoas e das rotinas de trabalho das organizações, promovendo ações de adaptação rápida e orientada para as mudanças repentinas e complexas no ambiente empresarial atual. Para vencer o desafio da competitividade das empresas temos de vencer o desafio do desenvolvimento das estruturas organizacionais das mesmas.