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DS MOLDES: Um quarto de século de rigor, qualidade e bem fazer

02 Julho 2021

Há 25 anos que a DS Moldes aposta na qualidade como fator diferenciador para o sucesso. A satisfação dos clientes, que tem permitido à empresa crescer e afirmar-se na indústria de moldes, é uma garantia de que o rumo definido pela administração tem sido o correto. Com 12 colaboradores e a trabalhar quase a 100% para empresas nacionais exportadoras, a DS Moldes dá passos para, num futuro próximo, abraçar a internacionalização.


A 1 de julho de 1996, Diamantino Domingues dava início a um projeto que, ao longo das décadas seguintes, se foi afirmando, pela qualidade, na indústria de moldes. Juntamente com os filhos, Sérgio Baptista Domingues e Segismundo Baptista Domingues, fez nascer, nesse dia, a DS Moldes (as iniciais dos três nomes dos fundadores são a origem da sigla DS).


Da pequena empresa localizada na garagem de casa, onde albergava uma máquina retificadora, uma convencional, uma CNC e uma erosão por penetração, este projeto familiar rapidamente cresceu. A isso se deveu a dedicação que imprimiram a cada um dos trabalhos que realizaram.


Assim, pouco tempo depois tinha início a construção, de raiz, das novas instalações, para as quais a empresa mudou em 1999 e ainda hoje se situa, na zona da Lameira de Picassinos, na Marinha Grande. Para além de um espaço mais amplo, esta mudança permitiu alargar a oferta que a empresa disponibilizava, passando a oferecer um serviço completo aos seus clientes, desde o projecto, maquinação CNC, furações, erosão por fio e penetração, até à montagem e afinação do molde. O espaço, então com 350 metros quadrados, já foi alargado, tendo hoje cerca de 500 metros quadrados.


É que, de forma segura e sustentada, a DS Moldes foi pautando o seu trajeto por um crescimento contínuo. Em 2018, iniciou o processo de certificação de Qualidade, pela norma ISO 9001:2015, que veio a concluir em novembro de 2019. O certificado atestou o comprometimento na melhoria contínua dos processos. Ao fazê-lo, a empresa estabeleceu também um nível de qualidade elevado nos seus produtos e serviços, de forma a satisfazer continuamente os seus clientes e continuar a progredir e fortalecer a sua posição no mercado.



Inovação
Ao longo da sua história e até à atualidade, tem apostado sistematicamente em novas tecnologias e num parque industrial sempre atualizado.


Com uma equipa composta por 12 colaboradores, tem desenvolvido soluções inovadoras, recorrendo ao know-how e experiência nas mais diversas áreas. Com dedicação, compromisso e trabalho de equipa tem conseguido ultrapassar os mais exigentes desafios.


Joana Domingues faz parte da nova geração da gestão, juntamente com o primo, Sérgio Francisco Domingues. O projeto mantém as suas características familiares, bem como a prioridade na inovação constante. Nesse sentido, em 2020, em plena pandemia de Covid-19, a DS Moldes investiu num novo centro de maquinação CNC paletizado, o que permitiu aumentar a sua capacidade de resposta.


Com uma dependência de cerca de 90% da indústria automóvel, a empresa tem conseguido, nos últimos anos, diversificar e chegar a outras áreas.


Cerca de 95% da sua produção destina-se ao mercado nacional. Os seus moldes são produzidos para empresas exportadoras. Ou seja, exporta, mas não diretamente. No passado, conta Joana Domingues, teve clientes diretos em França, na Suíça e na Alemanha, e embora, a consolidação da internacionalização seja uma das ambições de futuro, a pandemia veio “colocar esse projeto em standby”.


Conta ainda que, apesar das dificuldades e incertezas que caracterizaram o ano de 2020, a empresa “conseguiu retomar alguns clientes e angariar novos, o que permitiu manter a atividade reduzindo as quebras previstas”.


O facto de se tratar de um projeto de pequena dimensão traz, na opinião de Joana Domingues, algumas vantagens. “Não tem a rigidez das empresas maiores, o que nos permite trabalhar para qualquer área de atividade”, esclarece, adiantando que, para além disso, “consegue assegurar uma parceria diferente, com rosto, bem como, com uma proximidade, cooperação e confiança distintas”.



Confiança e cooperação
O futuro, diz, “passa por conservar essa característica de apostar em parcerias de cooperação e confiança”. Seja com os clientes do mercado nacional, seja com os estrangeiros, quando iniciar o processo de internacionalização.


“A pandemia ensinou-nos a viver um dia de cada vez. Foi um susto grande, temíamos que corresse pior, mas conseguimos reagir e minimizar o impacto sentido”, considera.


Já este ano, explica, “contávamos com um início melhor”. No entanto, sublinha, “começa a sentir-se maior movimento do mercado”.


A preocupação maior, de acordo com Joana Domingues, prende-se com o preço das matérias-primas. “Os valores estão muito inflacionados, numa altura em que os preços e os prazos dos moldes estão muito baixos. Se esta tendência se mantiver a indústria de moldes irá sentir sérios problemas num futuro próximo”, defende.


No entanto, olha para o futuro com otimismo. “Acreditamos que a situação vá, ainda este ano, começar a melhorar”, afirma. Sublinha ainda que é neste contexto que a DS Moldes alcança os 25 anos de atividade. Uma data especial que, revela, vai ser celebrada de forma simples, mas simbólica, com a equipa.


“Os nossos colaboradores estão connosco há muitos anos e têm sido eles o pilar fundamental que nos tem permitido crescer, com o seu empenho e dedicação”, explica, acrescentando que, por isso, a empresa “está-lhes muito grata”. E conclui, considerando que a mesma gratidão se aplica, também, aos clientes e fornecedores. “Têm confiado em nós o que tem feito a diferença e tem sido fundamental para o nosso crescimento”, defende.