ASSINAR REVISTA
ASSINAR
EVENTOS
EVENTOS
Como usar o digital para conquistar clientes
09 ABRIL 2021
TEMPO DE LEITURA: 5 MIN

‘Como fazer do digital o seu melhor vendedor’, foi o tema de um webinar que, organizado pela CEFAMOL, decorreu no dia 8 de abril, tendo como orador Jayme Kopke, fundador e diretor geral da Hamlet, empresa especializada em marketing Business to Business (B2B).


E num momento da economia em que, por força das limitações impostas pela pandemia de Covid-19, os negócios têm no online a sua principal ferramenta, o orador considerou que o digital é, mais do que nunca, um tema na ordem do dia. “Marketing é marketing, mas, num mundo onde tudo é cada vez mais digital, não podemos fazer marketing que não seja digital”, afirmou. E tornar esse marketing no melhor vendedor’ da empresa, declarou, “é um investimento que exige esforço e tem de dar resultados”. No entanto, sublinhou que se trata de uma aposta que é necessário fazer, sobretudo nos mercados B2B onde, considerou, o marketing “tem as suas maiores lacunas” e as empresas “precisam de ser ajudadas a fazê-lo bem”.


Perante uma plateia virtual, composta por mais de oito dezenas de profissionais do sector, Jayme Kopke enfatizou que as “vendas começam muito antes de o vendedor apresentar o seu produto ao cliente”, considerando que, neste aspeto, o marketing assume um papel preponderante por “dar a conhecer a empresa ao mercado”. E, com isto, “quando começo a fazer marketing, já estou a vender”, disse, adiantando que, depois da venda concretizada, o marketing “continua a ajudar”. É por isso que, defende, os departamentos de marketing e comercial “devem andar de mãos dadas”.


De um vendedor, prosseguiu, “espera-se que consiga percorrer todo o caminho com o cliente”. Ou seja, estar atento quando o cliente começa a ‘busca’ pelo que necessita, estar apto a dar a conhecer a ‘solução’ para essa necessidade, em permanente ‘diálogo’ com o cliente, de forma que possam ‘aprender’ um com o outro. Com tudo isto, rematou, conseguirá levar o cliente a optar pela sua empresa.


Um vendedor tem de ser capaz de atingir os cinco ‘C’: “conhecer, cativar, capturar, conversar e converter”. A este adicionou um outro ‘C’: ao concretizar estes passos, o vendedor consegue conquistar a ‘confiança’ do cliente. Sublinhou que o digital “ajuda em todos estes processos”. Desde que, ressalvou, seja aplicado corretamente.


Atualmente, as plataformas, motores de buscas e demais ferramentas online permitem conhecer, não apenas os clientes como também a concorrência. E isso, defendeu, “é uma enorme vantagem”. Mas só o é se as empresas souberem utilizar esses recursos para se darem a conhecer. Seja através dos seus sites, seja nas redes sociais (como o LinkedIn), o principal fator é que uma empresa se mostre “de modo atrativo, mas muito claro, dando a conhecer, da forma o mais intuitiva possível, aquilo que é e o que faz”.



Aposta na comunicação

É por isso “essencial” uma boa comunicação digital, defendeu. Para concretizar, apresentou alguns exemplos da presença de algumas empresas online, mostrando o ‘bem feito’ e o que ‘não devia ser feito’.


Das imagens ao conteúdo, tudo deve ser pensado e alinhado com a estratégia da empresa, de forma a criar interesse, por um lado, e proporcionar uma boa experiência ao cliente (quando visita, online, a empresa). “Cativar é destacar-se da concorrência”, advertiu, chamando a atenção também para a necessidade de apostar em conteúdos diferenciadores.


Por outro lado, lembrou que um vendedor tem de utilizar também as ferramentas online ao seu dispor para contactar com o futuro cliente. Como exemplo, contou que, muitas vezes, “visitamos os sites de possíveis clientes, mas, a maior parte das vezes, nem damos isso a conhecer ao dono da empresa, porque nem o nosso contacto deixamos”. Exortou, por isso, a que seja adotada uma postura mais “proativa”, de forma a conseguir “capturar o cliente”.


Lembrou também a importância do email, enquanto ferramenta de comunicação nos negócios. Mas também a utilização de outros recursos, como a criação de newsletters com informação relevante, mas atrativa para quem a recebe. Ou seja, tendo como finalidade “converter” e “chegar à venda”, todos os recursos devem ser utilizados.


O digital, lembrou ainda, tem a particularidade de conseguir acompanhar o “timing do cliente”, permitindo que o cliente já conheça as potencialidades da empresa antes de sentir a necessidade por um serviço ou produto. “O marketing digital permite prestar um serviço (de venda) muito antes do cliente concretizar a compra”, concluiu.


Manuel Oliveira, secretário-geral da CEFAMOL, revelou que a Associação e a empresa Hamlet estão a trabalhar em conjunto no sentido de dar maior ênfase a esta questão junto da indústria. Nesse sentido, e como exemplo, referiu que a próxima edição impressa da revista Molde terá um artigo sobre a importância do marketing B2B, da autoria de Jayme Kopke.

PUB
PUB
REVISTA MOLDE
BD EDIÇÃO
Aceda às centenas revistas MOLDE de forma TOTALMENTE GRATUITA
ASSINAR REVISTA
ASSINAR REVISTA
CONFIGURAÇÃO DE COOKIES
NECESSÁRIO
Os cookies necessários ajudam a tornar um site utilizável, permitindo funções básicas como navegação na página e acesso a áreas seguras do site. O site não pode funcionar corretamente sem esses cookies.
ESTATÍSTICAS
Os cookies estatísticos ajudam os proprietários de sites a entender como os visitantes interagem com os sites recolhendo e relatando informações anonimamente.
GUARDAR
REJEITAR OPCIONAIS
ACEITAR TUDO