ASSINAR REVISTA
ASSINAR
NEGÓCIOS & MERCADOS
NEGÓCIOS & MERCADOS
Setor automóvel defende abordagem equilibrada e realista no alargamento do CBAM
20 OUTUBRO 2026
TEMPO DE LEITURA: 1 MIN

A cadeia de valor do setor automóvel na Europa manifestou séria preocupação quanto às negociações políticas para o alargamento do Mecanismo de Ajustamento das Fronteiras do Carbono (CBAM). Numa carta conjunta enviada aos decisores políticos da UE, fabricantes de veículos, fornecedores e produtores de pneus, alertaram para os riscos de custos acrescidos e encargos burocráticos desproporcionados.   

A cadeia de valor do setor automóvel na Europa manifestou séria preocupação quanto às negociações políticas para o alargamento do Mecanismo de Ajustamento das Fronteiras do Carbono (CBAM).Numa carta conjunta enviada aos decisores políticos da UE, fabricantes de veículos, fornecedores e produtores de pneus, alertaram para os riscos de custos acrescidos e encargos burocráticos desproporcionados.   


Embora reiterem o apoio total aos objetivos climáticos da União Europeia e à descarbonização do setor, as associações representativas, como a ACEA, a CLEPA e a ETRMA, sublinham que as preocupações dos fabricantes a jusante estão a ser ignoradas. Segundo o documento, a inclusão precipitada de centenas de novos produtos e bens complexos na lista do CBAM corre o risco de transformar uma ferramenta de proteção ambiental num fardo operacional e financeiro insustentável.   


A indústria adverte que o prazo proposto de implementação para 2028 é demasiado precoce e irrealista. O setor já enfrenta custos crescentes com o aço e o alumínio produzidos no espaço europeu, pelo que o alargamento a produtos a jusante pode duplicar encargos e transferir o risco de fuga de carbono para os fabricantes, em vez de o mitigar. Adicionalmente, alertam para o impacto negativo em produtos cruciais que não têm alternativa de produção suficiente na Europa.   


Entre as principais exigências enviadas às instâncias europeias na véspera do trílogo, a cadeia automóvel apela a uma expansão gradual e fundamentada em dados concretos. Pedem ainda a manutenção de limiares mínimos de importação (como o limite de 50 toneladas para o alumínio), a simplificação do reporte de dados e a publicação rápida de valores por defeito mais adequados à realidade industrial, garantindo a competitividade e o emprego na Europa.  


Fonte: afia.pt

PUB
PUB
REVISTA MOLDE
BD EDIÇÃO
Aceda às centenas revistas MOLDE de forma TOTALMENTE GRATUITA
ASSINAR REVISTA
ASSINAR REVISTA
CONFIGURAÇÃO DE COOKIES
NECESSÁRIO
Os cookies necessários ajudam a tornar um site utilizável, permitindo funções básicas como navegação na página e acesso a áreas seguras do site. O site não pode funcionar corretamente sem esses cookies.
ESTATÍSTICAS
Os cookies estatísticos ajudam os proprietários de sites a entender como os visitantes interagem com os sites recolhendo e relatando informações anonimamente.
GUARDAR
REJEITAR OPCIONAIS
ACEITAR TUDO